Sindicalistas de Mato Grosso do Sul unem forças para garantir direitos trabalhistas

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A Força Sindical de Mato Grosso do sul se reuniu ontemcom sindicalistas de diversas categorias para definir as ações que serão tomadas em resposta a Reforma Trabalhista sancionada pelo presidente Michel Temer na semana passada.

De acordo com o presidente da Força Sindical, Idelmar da Mota Lima, é necessário que sindicatos, federações e confederações se mobilizam para defender os direitos dos trabalhadores. “Essa reunião busca unir as categorias e instruir o trabalhador sobre o impacto da reforma trabalhista”, esclarece.

Em nota oficial, a Força Sindical Nacional reiterou sua oposição à Reforma Trabalhista: “Seu caráter injusto e cruel não só acaba com os direitos consagrados, como também impõe à classe trabalhadora uma realidade de precarização”, trabalho intermitente de forma indiscriminada, fracionamento de férias, entre outras perdas.

Outro ponto discutido pelos sindicalistas foi o fim do imposto sindical, medida que afetará os serviços prestados pelos sindicatos aos trabalhadores, como assistência jurídica, serviços de atendimentos médico, entre outros.

“O sindicato é fundamental para garantir os direitos dos trabalhadores. O associativismo é necessário para o fortalecimento de uma categoria que defende os seus direitos”, enfatiza Idelmar.

“Sem duvida nenhuma o impacto da Reforma Trabalhista será violento. É necessária uma mobilização de todas as categorias, as centrais, federações, confederação para buscar alguma ação, ter um diálogo direto com o governo para que a gente possa reverter essa situação”, ressalta Cassimiro Mirando, do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas.

 Dourados Agora

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