Estupro é estupro, não é cultura, nem arte, mesmo que amparado em Lei

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Por Jackeline de Lara*

Toda sociedade deve ser organizada e, para isso, há a necessidade de se ter regras, leis, para garantirem os direitos como a liberdade, integridade física e moral, e proteção de todos, garantindo o bem-estar comum.

O ser humano já provou o quanto é volúvel, corrupto e suscetível ao meio, pensando na própria sobrevivência é capaz de tudo: mentir, enganar, forjar, trair, matar. Desta forma, independentemente do grau de instrução, ele continua humano, acertando e errando, conscientemente ou não, diploma não cura caráter, leis são elaboradas e aprovadas por pessoas diplomadas, mas muitas vezes covardes, incompetentes para atuar de forma eficaz no que se dispõe a fazer, e a prova disso são nossas leis brasileiras, verdadeiras aberrações em sua grande parte, em especial no que se refere a crimes hediondos ou que deveriam serem considerados hediondos.

Insisto em dizer: feitas e aprovadas por bandidos diplomados, que não têm intenção nenhuma de resolver problemas ou defender o cidadão de bem, desta forma, jamais sairão de suas zonas de conforto, para elaborar e/ou aprovar leis que poderiam na verdade, prejudicar os seus iguais.

Comecemos por certas religiões, que a cada dia cresce e tem como cultura, amparada em lei, o casamento de crianças com adultos. Crianças são estupradas, mortas, às vezes, na “lua de mel”, por não suportarem com seus corpinhos infantis, a noitada de sexo e orgias com seus então “esposos”.

Com uma boa oratória essa aberração foi pouco a pouco introduzida no meio deste povo, que sem perceberem, já estava ampara em lei e, em vez de escreverem lei do estupro, para não assustar, utilizaram outra nomenclatura, cultura, um costume, que hoje é defendido por eles, como algo natural, plausível, e de orgulho e não vergonha para aquele povo, seguidores fiéis de Maomé que teve como última esposa Ayshah uma criancinha de apenas 6 aninhos de idade que foi obrigada a se casar com ele, e perdeu a virgindade quando tinha 9 anos. Não me aprofundarei no assunto, porque o farei em outra oportunidade.

O que me preocupa é ver esse costume cruel e sujo, tentando entrar em nosso país, e se utilizando da arte para isso. É algo tão satânico e tão bem organizado, que dormimos e acordamos com a TV, os jornais, mostrando cenas de homens e mulheres nús, por toda parte do Brasil, com cenas de orgias sendo denominadas por eles como um trabalho artístico, e o mais estarrecedor, são aquelas em que crianças não apenas assistem, mas interagem com essas criaturas e até tocam seus órgãos genitais, suas partes, tendo sua infância ferida, nessas amostras que na verdade são cenas de sexo explícito, tendo a criança como parte de todo processo.

Pedofilia na televisão, nos shoppings, nas ruas, expostas, e quem ousa criticar é atacado, tanto nas ruas como em redes sociais. Como escrevi acima, simplesmente acordamos com tudo isso jogado em nossa cara, como se fosse algo comum, e tudo em diferentes cidades, em uma semana apenas, parece que foi algo combinado entre eles, como se preparassem com antecedência para despejar em nós, sem termos tempo de um contra-ataque, uma defesa, sem termos tempo para barrar essa podridão toda.

A sociedade está dividida, de um lado artistas, famosos, cidadãos comuns defendendo essa desgraça que quer se instalar em nosso meio de forma legalizada, e de outro, pessoas que pensam como eu, isso é pornografia, estupro, macabro, covardia, de tudo de mal que se pode fazer no mundo, isso é o pior.

Precisamos defender nossas crianças, essas coisas não diminuem, só crescem, não se surpreenda se em breve nas escolas isso estiver acontecendo como parte do currículo, e amparado em lei, com a nomenclatura “ARTE”.

As coisas estão chegando sem que percebamos, tenho uma filha de 10 anos de idade e outra de 12, é praticamente impossível encontrar roupas adequadas à idade delas, quando realmente preciso vesti-las de acordo com a idade, acabo comprando tecido e pagando para que uma costureira faça, e tenho certeza que outras mães passam pela mesma experiência. É comum sair com elas na rua e flagrar homens com olhar malicioso em seus corpinhos, não apenas com elas, mas crianças que cuido, percebo às vezes homens olhando da rua, dentro do quintal enquanto brincam, com esse mesmo olhar demoníaco e nojento que faz o sangue ferver, e você quase perder a cabeça.

Não estamos vivendo momentos de descanso, em todas as áreas a sensação é de guerra, uma guerra que já foi silenciosa, e cada dia fica mais escancarada, e quando se trata de pedofilia, erotismo infantil, não podemos achar que o tempo é suficiente, que podemos nos dar ao luxo de ficarmos inertes esperando que alguém irá se levantar e agir, e poderemos apenas dar apoio, é hora de exigirmos atitudes dos nossos representantes, projetos que proíbam veementemente essas atrocidades, e nos posicionarmos em tudo o que pudermos, nosso dia a dia, nas escola dos nossos filhos, redes sociais, igreja, clube, rodas de amigos. A sociedade precisa ser educada a dizer, e viver contra a erotização infantil, e a tudo o que desrespeite seus direitos.

Precisamos de leis radicais contra pedofilia em caráter de urgência, a prisão perpétua é a única saída para intimidar atitudes que agridam a integridade de nossos filhos, netos, sobrinhos, alunos. Não podemos aceitar, seja com o nome que vier, coisas que prejudiquem o ser humano, e lutar para derrubar as leis que existem, foram feitas por homens, e não precisam serem eternizadas, em especial o que agride nossas crianças que são totalmente dependentes de nós.

* Jackeline de Lara, graduada em Pedagogia, especialista em Educação Especial e em  Educacão Infantil e Séries Iniciais, proprietária do Espaço Kids. Casada e mãe de duas lindas filhas.

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